Viver Telheiras

Grupo de Telheirenses lança petição contra entrada da EMEL em Telheiras

/ Outubro 8, 2018

Um grupo de Telheirenses lançou recentemente uma petição contra a entrada da EMEL em Telheiras. Para além de demonstrar a sua oposição à existência de estacionamento tarifado no nosso bairro, os signatários exigem que, caso esta solução avance, seja previamente tomado um conjunto de medidas que identificam. Entre as exigências dos peticionários estão a gratuidade do 1º dístico por habitação, a criação de bolsas exclusivas para residentes, o redesenho das zonas tarifadas e a melhoria dos transportes público. O estudo prévio das necessidades reais de estacionamento no bairro é também um dos pontos fundamentais da petição. Dada a aparente inevitabilidade da implementação desta solução por parte da Câmara Municipal de Lisboa (CML), os peticionários mostram-se disponíveis para colaborar com a CML e a EMEL, de forma a garantir que o projecto “só possa ter início após análise, discussão e implementação das medidas aqui apresentadas [na petição], de modo a que os Residentes de Telheiras tenham a garantia que serão beneficiados pela implementação deste sistema de parqueamento e não o contrário”.

Os promotores da petição, que entretanto conta já com mais de 500 assinaturas, apresentaram as suas exigências à CML na reunião descentralizada do passado dia 3 e entregaram a petição esta manhã à Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, Helena Roseta. Amanhã será entregue um exemplar à Mesa da Assembleia, com pedido de entrega de cópia a todas as forças políticas, em antecipação da reunião de Câmara do próximo dia 11 de Outubro, onde se prevê a aprovação das zonas de estacionamento tarifado para o Lumiar. Apesar desta entrega da lista de assinaturas recolhidas até ao momento, a petição continua a decorrer.

Na última semana o assunto tem vindo a ganhar visibilidade, tendo sido noticiado no jornal online O Corvo e no Diário de Notícias. Nestes artigos poderão conhecer mais sobre a posição da CML e da Junta de Freguesia do Lumiar em relação a esta questão.

/ Outubro 8, 2018
  • Francisco Xavier St. Aubyn

    Tenho oitenta anos de idade e possuo um apartamento na Rua Arsénio Cordeiro há 28 anos, 2ªresidência, que utilizo frequentemente, sobretudo por necessitar de consultas e, às vezes, tratamentos no Hospital da Luz, como, por exemplo, dentro de dias, em que serei aí operado a uma prótese da anca e não tenho direito a dístico porque não é esta a minha residência fiscal. Aliás até tenho cartão de deficiente motor. Parece-me injusto não atenderem a certas situações…E, se tenho de viajar de avião para o estrangeiro, não tenho estacionamento junto à minha residência, que mantenho com muitas despesas e sacrifício.

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